quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Meu pai






E se...
ele não tivesse perdido o espanto na voz,
se não me lançasse escolhos nos olhos perdidos no espaço?
E se o autor dos meus dias, afinal, gritasse as minhas noites como se fossem setas enlaçadas pelo farol mais luminoso do povoado?
E se eu não demorasse tanto a sentir a sua falta,
como se as hienas me enfeitiçassem, sem aviso e com uma marca de água tão feliz, mais do que feliz?
E se ele me desse a mão e eu lhe tocasse a alma sem querer,
perto do campanário da minha eterna tristeza de o ver assim tão longe, de tão perto que me toque...
E se ele nunca acabasse de fazer primaveras?
Eu nunca quereria acabar este livro de poemas…
(...)

Partiu para a Eternidade a 27.10.2016
Boa viagem, meu herói...

sábado, 9 de julho de 2016

God bless the child


segunda-feira, 28 de março de 2016

Golias de trazer por casa


Há poucos dias, pude ler num cartaz empunhado por uma criança belga numa manifestação anti-violência doméstica
   “O Mundo é perigoso para viver
  Não por causa daqueles que fazem o mal
  Mas por causa daqueles que assistem,
  testemunham e deixam FAZER”


Que estes Golias de trazer por casa desapareçam no dealbar de uma nova consciência civilizacional e que a luta pela paz destas mulheres nunca nos faça vacilar.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Ao vosso dispor...sempre em discurso aberto e dinâmico, à espera de soluções doutrinárias e jurisprudenciais que iluminem o nosso caminho!

AS LEIS DAS CRIANÇAS E JOVENS
REFORMA DE 2015

http://www.cej.mj.pt/cej/recursos/ebooks/familia/eb_As_Leis_Criancas_Jovens_Reforma_2015.pdf

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

de ti

As flores nascem do breu.
O breu nasce da seiva.
O verde, esse, vem de ti...

quinta-feira, 16 de julho de 2015

MEMÓRIAS MINHAS


quarta-feira, 22 de abril de 2015

E já que se falou em ébano...aqui vai uma foto.
E a pensar nas centenas, milhares, que morrem e que tentam cruzar a fronteira entre o horror e a (mesmo que aparente) boa vida europeia. Que sempre será um oásis comparada com a barbárie donde fogem.
Esta realidade constrange-me e deixa-me mudo. Um verdadeiro horror humano. Tomara abrir os braços e receber todos quantos nos buscam.
Há pessoas que devem ser respeitadas e lembradas....sempre.
O meu regresso, hoje, tem um nome....Mariano Gago.
Fiquem bem.